Duas maneiras de olhar
Árvore mostra a família toda, com irmãos, tios e primos. Linhagem tira todo mundo de lado e deixa só a sua vertical — dos bisavós aos seus filhos. Em cada geração você escolhe se sobe pelo pai ou pela mãe.
árvore genealógica
O eovovo monta a árvore a partir de você: uma folha por pessoa, uma geração por vez. Retrato e certidão ficam guardados na folha de cada um — e a história inteira vira um quadro para pendurar e um caderno de família para imprimir.
Azul para homem, rosa para mulher. O tom cheio marca a sua linha direta — o resto da família fica em tom claro.
Nada de formulário gigante no primeiro dia. Uma folha, depois a de cima.
Nome, data e cidade de nascimento. Leva um minuto e a árvore já existe.
O botão + em cima de cada folha abre o casal de cima. Os dois já nascem ligados.
Cada folha vira o ponto de partida da próxima. O desenho se reorganiza sozinho, e a lateral numera as gerações a partir do ancestral mais antigo.
Árvore mostra a família toda, com irmãos, tios e primos. Linhagem tira todo mundo de lado e deixa só a sua vertical — dos bisavós aos seus filhos. Em cada geração você escolhe se sobe pelo pai ou pela mãe.
Cada pessoa carrega uma marca de confiança. O que você viu na certidão fica com o selo; o que ainda é conversa de família fica como hipótese, sem se misturar. E a lateral da árvore mostra, geração por geração, o que já está documentado.
Achou a certidão num site de arquivo, o batistério numa paróquia, a foto no grupo da família? Anexa na folha da pessoa. Tudo o que você captou por aí fica guardado num lugar só — não numa pasta solta no computador.
Convide gente da família para lembrar nomes e datas com você — sem pagar nada. O que os colaboradores acrescentam fica em espera até você aprovar; apagar, só você pode.
Quando a árvore estiver do jeito que você quer, o eovovo gera um PDF em A3 com o desenho inteiro, pronto para levar na gráfica.
Cada cidade que você escolhe nas folhas vira um pino num mapa de verdade: onde cada um nasceu, casou e morreu. Da cidade do imigrante até a sua, a rota da família se desenha sozinha.
A história em anos: nascimentos, casamentos e falecimentos entram sozinhos na cronologia, e as lembranças você escreve à mão. Sai em papel timbrado, com um QR no rodapé que leva de volta à árvore viva.
O que a família sabe hoje mora na memória de poucas pessoas. Guardado aqui, vira herança: seus filhos vão saber de onde vieram, quem eram os seus, e por quais cidades a história passou.
para quem vem depois
Quem lembra dos nomes, hoje, são poucas pessoas — e cada ano que passa leva um pedaço junto. O eovovo é onde essa memória para de depender de uma cabeça só: você registra enquanto ainda dá para perguntar — a viagem, as cidades, os nomes — e entrega pronto para a próxima geração.
Álbum da família: um espaço para subir várias imagens de uma vez — retratos antigos, festas, documentos — tudo junto da sua árvore.
Não. Comece com quem você tem certeza. A árvore aceita folha pela metade — nome sem data, data sem cidade — e você completa quando descobrir.
Marque a pessoa como hipótese e escreva o que se conta no campo de história. Quando a certidão aparecer, troque para documentado.
No servidor do eovovo, ligados só à sua conta. Ninguém mais vê a sua árvore, a não ser que você mesmo compartilhe.
O quadro sai em PDF A3. Antes de baixar você vê a prévia exata de como vai ficar na folha.
Dá: o Caderno da família reúne a cronologia inteira — ano a ano, com as suas lembranças no meio — e sai em PDF de papel timbrado, com cabeçalho, rodapé e um QR que leva quem recebeu de volta à árvore.
Toda família tem quem lembre. Nem toda família tem onde anotar.
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